AJOELHAR-SE PARA COMUNGAR - O que devemos tirar desse texto

Mons. Ranjith, Secretário da Congregação para o Culto Divino - Revista Radici cristiani

 

(A entrevista sobre a "comunhão na boca" e de joelhos é uma cópia da entrevista concedida por Dom Ranjith em 27 de Janeiro de 2008, por ocasião de um prefácio seu para o Livro "Dominus Est", de autoria do Sr. Bispo Dom Athanasius Schneider. Pode ser encontrada em inglês no site "New Liturgical Movement".)

 

Excelência, o Papa tem distribuído recentemente a Comunhão na boca aos fiéis ajoelhados. Perguntado pelo Osservatore Romano, o cerimoniário pontifício, Mons. Guido Marini, declarou que julga que esta praxe se tornará habitual nas celebrações pontifícias[1], recordando que “a distribuição da Comunhão na mão permanece ainda, do ponto de vista jurídico, um indulto em relação à lei universal ... A modalidade adotada por Bento XVI tende a sublinhar a vigência da norma válida para toda a Igreja”. Pensa que os bispos e os sacerdotes deveriam fazer uma particular reflexão sobre aquilo que o Papa está fazendo nas suas celebrações?

            Quando o Santo Padre, como sucessor de Pedro, fala “ex cathedra”, o seu ensinamento torna-se obrigatório para todos. Porém, há outras matérias que não pertencem ao magistério ex cathedra, mas ao magistério ordinário. Também quando fala neste sentido, todos devem prestar a máxima consideração; o seu ensinamento deve ser honrado e seguido. Depois, quando o Papa faz algum gesto, este se torna importante e simbólico para a Igreja, torna-se um modelo. O anterior cerimoniário pontifício sempre dizia que a liturgia celebrada pelo Santo Padre deveria servir de modelo para toda a Igreja.

            Ora, o Santo Padre introduziu justamente uma praxe que não é um experimento, mas algo sobre o qual ele certamente refletiu, rezou e se consultou. Trata-se de algo que se podia já encontrar nos seus escritos de Cardeal [2], quando insistia na reverência devida ao Santíssimo. Ele fez, portanto, um gesto que, além disso, é o que a Igreja tem seguido, precedentemente, durante séculos. E era o gesto mais de acordo com a atitude de verdadeira reverência para com o Senhor, porque não estamos recebendo um pedaço de pão, mas Cristo, a sua Pessoa, o seu Corpo, o seu Sangue. Diante deste fenômeno do Eterno que entra no frágil, no fraco, no humano, deve haver uma atitude de grande fé, devoção e reverência. O que acontece quando recebemos a Eucaristia, é algo de incompreensível para a mente humana. O Senhor entra nos nossos corações como em uma morada sua e nós o devemos receber como convém.

O gesto introduzido pelo Santo Padre é valorizado e refletido no seu significado profundo. Seria uma cegueira muito grande fechar os olhos diante daquilo que o Santo Padre está fazendo. Assim como seria insensato negar-se a ler o sentido deste gesto. Por outro lado, repito, ele já tinha explicado em seus escritos por que este gesto é importante e como toda a Sagrada Escritura fala de reverência para com o Senhor, seja no Antigo Testamento[3], no âmbito do templo sagrado de Jerusalém, seja no Novo Testamento, diante da pessoa de Jesus [4]. Quando os olhos da fé se abrem, os apóstolos e os outros se põem logo de joelhos diante dEle. Há, além disso, uma longa tradição nesse sentido na Igreja, dos Padres da Igreja em diante.

            Outro tanto se diga no que diz respeito à Comunhão na boca. Por conseguinte, encontramo-nos num momento em que devemos praticar o nosso discernimento, rezando e refletindo e, se alguma coisa não andou bem, aceitando com muita humildade o fato que erramos. O meu sincero voto é que toda a Igreja, como diz Mons. Guido Marini, leia este gesto e o adote para si mesma [5].

            Houve um tempo em que, na Comunhão, se dava grande ênfase sobre a relação do fiel com Deus. Hoje, muitas vezes se põe em relevância uma espécie de “dimensão social” da Eucaristia, entendida como um símbolo de participação comunitária. Tal concepção não poderia pôr em perigo a fé na presença real nas espécies eucarísticas?

            Si se lê a exortação apostólica pós-sinodal do Santo Padre Sacramentum Caritatis, vemos que ele divide os capítulos em três: a Eucaristia que se crê, a Eucaristia que se celebra e a Eucaristia que se vive. Não se pode dizer que a Eucaristia tenha somente uma dimensão social. A dimensão social naturalmente é a conseqüência da dimensão da Fé e da celebração. Todos somos chamados a viver a nossa fé cristã com heroísmo. Mas não se podem fazer sacrifícios heróicos se não se crê e não se celebra esta fé. Por isso, não tem sentido desligar uma coisa da outra.

            Naturalmente, a celebração é como uma ponte entre o aspecto de fé e o aspecto de vida. Se mais intensa for a celebração, mais coerente será a vida cristã. Não existe apenas lex orandi, lex credendi, mas também a lex vivendi. Isto é, faço o bem para os outros, porque existe a chamada de Cristo a celebrá-lo e a vivê-lo. Se se negligencia a fé e a sua celebração, chega-se a uma dimensão social privado de conteúdo, sem razão de ser, sem poder de convencer, que se torna formalismo e banalidade. Não se terá a coragem de ser cristãos coerentes se se reduzir a Eucaristia a mera experiência horizontal, sem a dimensão vertical.

            A Comunhão na mão não era prevista nem pelo Concílio nem pela Reforma litúrgica. Os historiadores dizem que Papa Paulo VI foi muito reticente em admiti-la e o fez só após insistentes pedidos, e mais, depois de fatos consumados em alguns países. Por que pensa que houve então essa reticência em aprovar uma praxe que hoje é vista como uma “conquista”, um sintoma da maturidade dos fiéis?

            Sobre a questão como surgiu esta praxe da Comunhão na mão há um grande debate. No entanto, algumas coisas são claras. A saber, esta praxe foi iniciada no sentido de fervor e de euforia que se criaram pela conquista de uma certa liberdade, de uma certa abertura à criatividade nas Igrejas locais. E então, antes que as questões tivessem sido estudadas, os novos livros litúrgicos tivessem sido introduzidos e as novas normas tivessem sido estabelecidas, alguns países e alguns episcopados tomaram a liberdade, usando a famosa categoria ad experimentum, de introduzir em alguns países esta nova praxe de Comunhão na mão. Talvez tenha sido vista como um gesto favorável ao ecumenismo com os protestantes, um gesto de abertura para com eles.

            A nova praxe, depois de iniciada, se consolidou. Querendo regulamentar a situação, o Santo Padre Paulo VI, de venerável memória, fez um inquérito junto aos bispos, já durante o próprio Concílio. E muitos bispos [6], como está escrito no documento pontifício Memoriale Domini, não aceitaram esta nova praxe. Porém, entretanto ela se tinha difundido em certas regiões, e certamente o Papa encontrou dificuldades em fazê-los retornar nos seus próprios passos. Para legalizar esta anomalia, ele permitiu a alguns países continuá-la. Mas não indicava, absolutamente, este exemplo como válido para todo o mundo. O Papa, além disso, determinou que se, sob certas condições [7], as Conferências episcopais quisessem adotar a nova praxe, era necessário pedir o indulto à Santa Sé.

           

            Então, as Conferências episcopais de outros países começaram a adotá-la, sob pressão de diversas escolas teológicas e litúrgicas, que diziam que a nova praxe era um gesto mais aberto, mais moderno. Depois, os viajantes que foram nos países do Terceiro Mundo pediam poder fazer a Comunhão desse modo. No entanto, permanecia a obrigação de pedir o indulto à Santa Sé. O próprio fato de dever pedir o indulto está aí para indicar que a praxe normal é a outra. Agora, a praxe extraordinária se tornou a praxe normal. Mas não deveria ser assim em todos os países.

 Ao menos em países com uma grande abertura ao sagrado...

            Desagrada-me que alguns países de tradição religiosa muito antiga, por exemplo, na Ásia, tenham introduzido este novo gesto, sem mesmo considerar a própria cultura. Falo de lugares onde existem religiões de importância mundial e nas quais o senso de respeito ao sagrado é muito elevado. Quando se vai no templo, precisa-se tirar os sapatos. No templo hindu, até mesmo, a camisa e a veste de baixo, em respeito a suas divindades. Também no templo budista se vai sem sapatos e envolvendo-se com uma veste longa, sempre com o sentido do respeito. Também nesses países, infelizmente, os bispos introduziram a Comunhão na mão, um gesto que não reflete em nada a sua cultura. Eu considero isso um tipo de imperialismo intelectual de certas escolas ocidentais. Isto me fere, porque é a imposição de uma cultura estranha a pessoas que têm um elevado senso de respeito ao mistério e ao sagrado.

            A medida tomada por esses bispos me causa dó, porque não entenderam a cultura local e a inculturação. Vê-se que foram influenciados por escolas teológico-litúrgicas que não fizeram uma pesquisa séria.

            Às vezes sem que se negue explicitamente a presença real de Jesus Cristo nas espécies eucarísticas, vê-se uma tendência a considerar superadas certas formas clássicas de reverência ao Santíssimo como, por exemplo, pôr-se de joelhos em certas circunstâncias. É verdade que algumas convenções humanas podem mudar nas diversas épocas. Mas existem, segundo o senhor, atitudes que não são apenas convenções ligadas a uma época, mas valem para toda a história da Igreja?

            A situação da fé na presença real da Eucaristia é bastante preocupante. Não quero dizer que todos perderam a fé. Porém, nós, da Congregação para o Culto Divino, fizemos recentemente uma sondagem sobre a Adoração Eucarística, que será o tema da nossa próxima reunião plenária. Dos relatórios de diversas conferências episcopais, no que diz respeito aos aspectos negativos, emerge a admissão de que no clero influenciado por certas tendências teológicas não existe mais uma clara fé na presença real de Cristo. Em alguns seminários ensina-se que Cristo está presente apenas no momento da Consagração e da Comunhão, depois não mais. Trata-se de uma posição protestante, que, então, abre o caminho para abusos e até mesmo sacrilégios das espécies eucarísticas. Uma situação desagradável.

            Requer-se aquele sentido de reverência, fruto da consciência de que se trata do Corpo do Senhor, Jesus vivo em sua forma eucarística, que nós comemos, que nós adoramos. Por conseguinte, será necessário ver urgentemente como dar uma formação teológica e sacramental que assegure aos jovens seminaristas, aos sacerdotes e também aos religiosos e às religiosas, um reforço deste senso da real e contínua presença de Cristo nas espécies eucarísticas. Do contrário, as conseqüências só poderão ser dramáticas para a Igreja e causa de inumeráveis problemas.

            Há um paradoxo entre aquilo que o senhor diz e certos fatos recentes. Na Austrália, os jovens pareceram muito respeitosos nas adorações eucarísticas, e aqueles que puderam receber a Comunhão das mãos do Papa pareceram ter muita alegria em poder recebê-la de joelhos e na boca.

            No Concílio Vaticano II perguntamo-nos muitas vezes como estar atentos a ler os sinais dos tempos. De resto, uma belíssima expressão. Mas entramos em contradição conosco mesmos quando fechamos os nossos olhos e os nossos ouvidos àquilo que acontece ao redor de nós. Existe hoje uma grande demanda de espiritualidade, de coerência, de sinceridade, de uma fé não apenas proclamada mas também vivida. Isto vemos sobretudo nas novas gerações. Eu fico contente ao encontrar às vezes jovens sacerdotes e seminaristas que querem caminhar numa direção de busca do Eterno. Nós outros, que somos da geração do Concílio Vaticano II, que sempre proclamou o dever de estarmos atentos aos sinais dos tempos, não devemos exatamente agora tornar-nos cegos e surdos. Os sinais dos tempos mudam com a história. Se formos atentos não somente aos sinais dos tempos dos anos de 68 [1968], mas também àqueles de hoje, então deveremos abrir-nos a esse fenômeno, refletir sobre ele, examiná-lo.

            É estranho que em alguns países da Europa as Irmãs se vistam como mulheres comuns e abandonem o véu. O véu é um símbolo de algo de Eterno, algo de “um já e não ainda”. Daquele sentido escatológico pregado pelo próprio Senhor: ainda que estejamos na terra, já pertencemos a uma realidade diferente.

            E então, que sentido tem abandonar tudo aquilo para integrar-nos numa cultura a morrer? Vi tantos jovens sacerdotes e religiosas que têm apreço por seus símbolos de consagração. Não é que a veste seja tudo, mas também ela tem um sentido. Lembro-me de um dia em que viajava no TGV de Paris a Lion, vestido de sacerdote, com o colarinho, etc. A certa altura, um senhor se aproxima e me pergunta se sou um sacerdote católico. Respondi que sim, e ele me pediu poder confessar-se. Fomos então a um canto onde não podíamos ser perturbados. Ele me disse que era católico, mas não praticante regular e que estava procurando alguém para falar. Ele disse que estava contente por me ter encontrado, porque via que sou um sacerdote. Mas ele teria tido esta ocasião se eu estivesse vestido de paletó e gravata?

Repito, é estranho e é triste que, num mundo com tantos jovens desiludidos das banalidades, cansados da superficialidade, do materialismo consumista, muitos sacerdotes e religiosas andem de veste burguesa, abandonando seu sinal de pertença a uma realidade diferente. Ler os sinais dos tempos significa discernir que, entretanto, os jovens buscam o Eterno, buscam um objetivo pelo qual vale a pena de se sacrificar, que estão prontos e são generosos. É onde há estas disposições que devemos estar presentes.

Do contrário, falamos em nome do Concílio, criticamos todos os outros em nome do Concílio, mas somos incoerentes quando não conseguimos ler estes sinais dos tempos.

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NOTA:- No prefácio do livro DOMINUS EST (aqui anexado em português) publicado pela Livraria Editora Vaticana em Janeiro de 2008, o Exmo. Secretário da Congregação para o Culto Divino faz uso das seguintes expressões:

 

“...falando da Comunhão na mão é necessário reconhecer que se trata de uma prática introduzida abusivamente e à pressa nalguns ambientes da Igreja imediatamente depois do Concilio, alterando a secular prática anterior e transformando-se em seguida como prática regular para toda a Igreja. Justificava-se tal mudança dizendo que refletia melhor o Evangelho ou a prática antiga da Igreja”

 

“Creio que chegou a hora de avaliar a prática acima mencionada, (comunhão na boca e de joelhos) de reconsiderá-la e, se necessário, abandonar a atual, que de fato não foi indicada nem pela Sacrosanctum Concilium, nem pelos Padres Conciliares, mas foi aceite depois da sua introdução abusiva nalguns países”.

 

“Hoje mais do que nunca é necessário ajudar o fiel a renovar uma fé viva na presença real de Cristo sob as espécies eucarísticas para reforçar assim a vida da Igreja e defendê-la no meio das perigosas distorções da fé que tal situação continua a criar”.

 

“As razões de tal medida devem ser não tanto acadêmicas, quanto pastorais – espirituais como litúrgicas –, em suma, as que edificam melhor a fé. D. Schneider neste sentido mostra uma louvável coragem, pois soube entender o significado das palavras de São Paulo: “mas que tudo seja para edificação” (1 Cor 14, 26)”.

 

+ Malcolm Ranjith, Secretário da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos

(desejando o texto do livro em português, retornar o e-mail e solicitar “Dominus est” em português)

Resumo da obra disponível em www.libreriaeditricevaticana.com/it/news/info.jsp?product_id=31630) e

http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=57579&seccaoid=9&tipoid=115 para acessar o Prefácio.

 

 

 

JOÃO PAULO II PEDE PERDÃO DAS FALTAS CONTRA  A  SANTÍSSIMA  EUCARISTIA

 

"Prestes a terminar estas minhas considerações, quereria antes pedir perdão - em meu nome pessoal e no de todos vós, veneráveis e amados Irmãos no Episcopado - por tudo aquilo que, por qualquer motivo e por qualquer espécie de humana fraqueza, impaciência ou negligência, em conseqüência também de uma aplicação algumas vezes parcial, unilateral ou errônea das prescrições do Concílio Vaticano II, possa ter causado escândalo ou mal estar quanto à interpretação da doutrina e à veneração devida a este grande Sacramento. E elevo as minhas preces ao Senhor Jesus para que no futuro seja evitado no nosso modo de tratar este sagrado Mistério, tudo aquilo que possa debilitar ou desorientar de qualquer maneira o sentido de reverência e de amor dos nossos fiéis."  (João Paulo II em"O Mistério e o Culto da Santíssima Eucaristia", de 24/2/80, final do documento).

 


[1]Já se tornou habitual e definitiva

[2] “Na realidade, como Sua Eminência o Cardeal Joseph Ratzinger enfatizou recentemente, a prática de ajoelhar para Santa Comunhão tem em seu favor uma tradição multissecular e é um sinal particularmente expressivo de adoração, completamente destinado a levar em conta a verdadeira, real e significativa presença de Nosso Deus Jesus Cristo debaixo das espécies consagradas”. (Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos Prot. n. 1322/02/L Roma, 1 de julho, de 2002)

[3]Nm 20,6 - Moisés e Aarão deixaram a assembléia e dirigiram-se à entrada da tenda de reunião, onde se prostraram com a face por terra. Apareceu-lhes a glória do Senhor. 1Sm 1,19 - No dia seguinte pela manhã, prostraram-se diante do Senhor, e voltaram para a sua casa em Ramá. 1Sm 1,28 - Portanto, eu também o dou ao Senhor: ele será consagrado ao Senhor para todos os dias de sua vida. E prostraram-se naquele lugar diante do Senhor. 2Sm 12,20 - Então Davi levantou-se do chão, lavou-se, perfumou-se, mudou de roupa e entrou na casa do Senhor para se prostrar.

[4] Mt 14,33 - Então aqueles que estavam na barca prostraram-se diante dele e disseram: Tu és verdadeiramente o Filho de Deus. Mt 15,25 - Mas aquela mulher veio prostrar-se diante dele, dizendo: Senhor, ajuda-me! Mc 1,7 - Ele pôs-se a proclamar: Depois de mim vem outro mais poderoso do que eu, ante o qual não sou digno de me prostrar para desatar-lhe a correia do calçado. (NB: Prostraram-se perante a Jesus e não simplesmente se ajoelharam)

[5]Evidentemente, retornando a reverencial comunhão de joelhos, as mesas da comunhão devem voltar. Provisoriamente, pode-se trazer um banco da igreja, ou vários, ao redor do altar.

[6] propriamente a maioria deles.

[7]Por ex. pouco espaço nas igrejas para avultado número de fiéis, cf. “Eucharisticum Mysterium” 34, no caso da comunhão de pé (raramente ocorre em dias de semana e às vezes nem aos domingos)

Grato, Hugo Ferreira Pinto e grupo de leigos (hugoap@terra.com.br)