PORQUE UM CRISTÃO NÃO PODE SER MAÇOM - Entenda na prática

Suponha que um grupo de pagãos se reúna e resolva fundar um clube só para homens, e cada homem decida de forma independente que iniciará as reuniões com uma oração ao seu demônio-deus. Todos poderão concordar com isso, mas eles terão dificuldades em escolher um nome que seja aceitável para todos.

            Os hindus quererão adorar a Vishnu, e os homens de outras religiões pagãs quererão adorar seu demônio-deus com o nome apropriado. Eles não conseguirão concordar em usar o nome do demônio-deus de uma religião pagã sem favorecer a essa religião em detrimento das outras. Além disso, se escolherem um nome claramente pagão como objeto de adoração, terão dificuldades em convencer até mesmo os cristãos imaturos a ingressar no clube e adorar com eles.

            É claro que é isso exatamente o que Satanás quer. No entanto, se escolherem um nome neutro, como Soberano Grande Criador do Universo, e fizerem todas as orações a ele, aí então todos os adoradores ficarão satisfeitos. Mas será que estarão adorando ao Deus de Abraão, Moisés e Jacó, o Deus da Bíblia? Não, ainda estarão adorando aos demônios.

                Agora imagine a seguinte situação: um cristão vai a um templo hindu e participa da adoração; ele poderia presumir que esteja adorando a Jesus, mesmo estando participando de uma oração grupal a Vishnu. Será que o Deus de Abraão, Moisés e Jacó estaria disposto a aceitar esse tipo de adoração? A resposta encontra-se na primeira epístola de Paulo à igreja de Corinto:

               "Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou irritaremos o Senhor? Somos nós mais fortes do que ele?" (1 Cor 10:20-22)

             Agora, considere que os hindus concordem em mudar o nome que usam de Vishnu para Soberano Grande Criador do Universo. Ainda que concordem em mudar o nome que usam para identificar seu demônio, certos elementos dos rituais de adoração pagã, como andar ou dançar em círculos, permanecem.

              Com a substituição do nome do demônio, seria então aceitável a um cristão participar de uma cerimônia de adoração hindu? E se os hindus decidirem que quando um homem que se diz cristão participar dos serviços, permitirão que faça suas orações a Vishnu em nome de Jesus? Isso tornaria a adoração "cristã"?

               E se, ao longo de muito tempo, o número de homens que se dizem cristãos aumentasse e o número de hindus diminuísse, até que não houvessem mais hindus participando dos rituais de adoração, aí seria "cristã"?

             Qual é a diferença em relação à adoração no clube masculino pagão? É claro que os homens diriam que seu clube não é uma religião. Por acaso a adoração aos demônios por orações é menos idólatra por que se afirmou que não é uma religião?

 

             Essas situações descrevem precisamente a adoração que ocorre nas lojas maçônicas hoje em dia. A Maçonaria ensina que há apenas um Deus e que os homens de todas as religiões adoram a esse Deus único usando uma variedade de nomes diferentes. Na loja maçônica, todos se unem em oração conjunta ao Grande Arquiteto do Universo (GADU). Quando Christopher Haffner escreveu Workman Unashamed, The Testimony of a Christian Freemason (o Testemunho de um Maçom Cristão), defendeu corretamente o ensino maçônico ao escrever:

            "Agora imagine que eu esteja na loja com minha cabeça curvada em oração entre o irmão Mamede Bokhary e o irmão Arjun Melwani. Para nenhum deles o Grande Arquiteto do Universo é entendido como sendo a Santíssima Trindade. Para o irmão Bokhary, ele revelou-se como Alá; para o irmão Melwani, provavelmente é entendido como Vishnu. Como acredito que há apenas um único Deus, fico diante de três possibilidades:
           Eles estão rezando a um demônio enquanto eu rezo a Deus; rezam a ninguém, pois seus deuses não existem; oram ao mesmo Deus que eu, embora suas compreensões sobre a natureza dele sejam imperfeitas". (como também a minha - 1 Coríntios 13:12). É sem hesitação que aceito a terceira possibilidade."
(Workman Unashamed, pg 39)

          É uma pena que Haffner não tenha compreendido o capítulo 10 de 1 Coríntios. Se tivesse, saberia que os pagãos adoram aos demônios, e não a Deus. O islamismo nega que Jesus Cristo seja o Filho Unigênito de Deus. Ao invés disso, considera Jesus como sendo apenas um profeta.

          A doutrina islâmica declara que Alá, o deus do Islã, não tem um Filho. Como o Deus da Bíblia tem um Filho, conclui-se que Alá não pode ser o mesmo Deus da Bíblia. Além disso, se Haffner tivesse lido e compreendido a epístola de 2 João, saberia que os que rejeitam a Jesus Cristo e não seguem seus ensinos nem mesmo têm a Deus.

             João escreveu: "Todo aquele que vai além do ensino de Cristo e não permanece nele, não tem a Deus; quem permanece neste ensino, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco, e não traz este ensino, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda participa de suas más obras." (2 João 9-11)

            Com o entendimento dessa passagem é possível saber que aqueles que organizaram o paganismo conhecido como Maçonaria não eram cristãos. Eles não perseveraram nos ensinamentos das Escrituras. Será que os cristãos substituiriam o nome Deus por GADU e sumiriam com o nome de Jesus, para que os pagãos pudessem se juntar a eles na oração sem se sentirem ofendidos? Não, os cristãos verdadeiros compartilhariam Jesus com os pagãos para que eles também pudessem alcançar a salvação pela fé nele. Além disso, os cristãos verdadeiros não leriam as Escrituras para depois dizer que a revelação deles é tão imperfeita quanto a pagã!

        É verdade que há um único Deus. No entanto, todos os homens, especificamente os pagãos, não adoram a esse único Deus. Os adoradores de Baal aprenderam essa verdade no monte Carmelo. Baal não é o Deus de Abraão, Moisés e Jacó. O julgamento foi rápido no monte Carmelo (veja 1 Reis 18:20-40). O deus da Maçonaria, o GADU (Grande Arquiteto do Universo), também não é o Deus da Bíblia.

           Deus julgará os maçons que não se arrependerem e continuarem adorando o GADU, da mesma forma como julgou os adoradores de Baal.

          “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus." (1 Coríntios 6:9-10)

           O que Jesus Cristo dirá aos maçons que declaram serem cristãos? (ou aos cristãos maçons?)

          "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci, apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade." (Mateus 7:21-23)

           Quando participamos de cerimônias de adoração pagã, pecamos contra Deus. Quando reconhecemos que o GADU não era o Deus da Bíblia, reivindicamos a promessa encontrada na primeira epístola de João:

           Esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas. Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade. Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com o outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se dizermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." (1 João 1:5-9)

           Se você é um cristão, mas foi enlaçado pela Maçonaria, nós o encorajamos a confessar seu envolvimento como pecado e a renunciá-lo.

          Jesus quer perdoá-lo, mas o perdão depende da sua confissão e do seu arrependimento.

          Autor: Duane Washum (USA)   (enviado pelo amigo Daniel Campos)

 

          Os maçons cristãos fizeram aliança com o povo pagão que adora outro deus, isto é, os hindus, muçulmanos, budistas e todas as outras falsas religiões. Eles se reúnem em volta de um altar estranho, o altar da Maçonaria, e adoram a um deus chamado Grande Arquiteto do Universo (GADU). Se um pagão oferece uma oração na loja ao GADU, está orando ao Deus da Bíblia? É claro que não; está adorando a um demônio. A Maçonaria discorda do ensino da Bíblia e afirma que os pagãos estão orando ao mesmo Deus que os cristãos adoram. Somente esse fato demonstra que a Maçonaria não conhece o Deus da Bíblia. Se ela não conhece o Deus da Bíblia, como pode o deus dela, o GADU, ser realmente o Deus da Bíblia? Se o GADU for um demônio, o maçom cristão está se reunindo em torno de um altar estranho para adorar a um deus falso. Ele ficou enlaçado, exatamente como Deus advertiu os israelitas.
Continuando com a suposição que os maçons na igreja realmente sejam "cristãos", considere o falso plano de salvação que é ensinado no ritual maçônico. Os maçons são levados a acreditar que todos os mestres maçons irão para o céu, incluindo os maçons budistas, hindus e muçulmanos. Os maçons são encorajados a imitar o salvador maçônico, Hirão-Abi, para que possam dar as boas-vindas à morte e serem transportados para o céu. Jesus Cristo não é mencionado no ritual da Loja Azul (os três primeiros graus). Certamente aqueles que conduzem o ritual participam de um grau maior. No entanto, no instante no ritual em que a venda é removida dos olhos do iniciado, todos os presentes batem com os pés no chão e batem as mãos. (Isso é conhecido com o choque da entrada; e surpreende o iniciado.) O maçom cristão está participando na promoção de um falso evangelho. Qual é a questão importante aqui? Importa se o cristão maçom está realmente dependendo da fé em Jesus Cristo para sua própria salvação? Isso salvará a alma do homem que acredita no que aprende no ritual maçônico? Se ele acredita que tem salvação como resultado do evangelho maçônico, é mais ou menos provável que estará aberto a Jesus Cristo em um tempo posterior? Como o testemunho de um maçom cristão é afetado pela sua participação em um ritual que ensina salvação sem Jesus Cristo? A Loja Maçônica afirma ser uma organização fraternal e nega que a Maçonaria seja uma religião. Todavia, ensina um plano de salvação que não requer fé em Jesus Cristo. Se você é um mestre maçom, sabe que isso é verdade, pois participou de rituais maçônicos que ensinam salvação sem Jesus e provavelmente já assistiu outros serem conduzidos pelos mesmos rituais.

 

 


Nota:

 

        A Maçonaria está contribuindo para o avanço da formação da Religião Única, podemos compreender com mais facilidade como ela foi criada para permitir que homens de todas as religiões possam se unir na adoração. Embora todos adorem e orem ao GADU. (inclusive aqueles se dizem "cristãos" e participam dela)

 

A religião única que esta sendo formada irá seguir a regra da liberdade de crenças, todos serão livres para adorar o seu "deus".

O plano infernal da Nova Ordem Mundial é tirar a Divindade de Jesus, reduzi-lo a um mero Jesus histórico, a mais um mestre espiritual, diante de tantos outros que "eles" adoram e veneram. (como Buda, Maomé, Shiva e etc...)

 

Os adeptos postulam o fim do cristianismo em favor de uma religião mundial. Teríamos uma só religião, um só governo, um só sistema financeiro unificado, isso é a idéia básica da Nova Ordem Mundial.

                                 

Em outras palavras:

1) Teríamos uma só religião onde todos estariam de comum acordo, pois o importante seria adorar cada um o seu deus.

2) Um governo mundial  único formado por uma super elite, que teria poder sobre todos os outros governos do mundo, e sempre a última palavra em qualquer questão mundial.

3) Todo sistema financeiro controlado totalmente por este governo único.

4) Cidadãos devidamente controlados por um sistema parecido com o que controla atualmente todos os nossos produtos de consumo pelo código de barras. (impressões digitais no começo, depois virá o definitivo implante de chip sob a pele).

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