VIOLAÇÃO DE PRIVACIDADE

"Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos tivessem um sinal na mão direita e na fronte , e que ninguém pudesse comprar ou vender se não fosse marcado com o nome da fera ou com o numero do seu nome"  (Apocalipse 13,16 e 17).

OLHOS VÃO SUBSTITUIR CÓDIGOS PIN:


Os sistemas de identificação biométrica vão chegar aos telemóveis. A nova aplicação da Oki permite o reconhecimento dos utilizadores através da íris do globo ocular.

Compatível com o Windows Mobile e o Symbian, o software já está disponível para aplicação comercial, por parte das fabricantes de telemóveis, podendo funcionar como um sistema adicional de segurança.

Com esta aplicação, os proprietários dos terminais podem identificar-se através da câmara dos aparelhos, aproximando-a do globo ocular, em vez de digitarem o tradicional código numérico. Se a imagem da íris coincide com a do utilizador, o terminal fica desbloqueado e pronto a utilizar. Segundo a Oki, o processo desenrola-se em milésimos de segundo e possui uma margem de erro ínfima, inferior a 100 mil tentativas.

Embora não seja pioneira no desenvolvimento da solução - a  xVista apresentou um sistema semelhante há mais de um ano -, a Oki é a primeira empresa a disponibilizá-la comercialmente. Será possível vê-la presente em telemóveis dentro de alguns meses.

A fabricante japonesa, especialista em soluções de impressão e comunicação empresarial, espera conquistar, em dois anos, dois milhões de utilizadores, com principal ênfase no mercado japonês, onde a tecnologia já está disponível.

Os sistemas de identificação biométrica, geralmente associados ao meio militar, foram durante anos ficção, mas o desenvolvimento da tecnologia está a estender a sua aplicação ao domínio da electrónica de consumo. Atualmente, é possível encontrá-la em computadores portáteis e discos rígidos externos.



GADGETS


Nova tecnologia RFID aplicada à segurança de passageiros em aeroportos
Um novo sistema de Identificação por Rádio Frequência (RFID), o Optag, destinado a monitorizar passageiros em aeroportos está a ser desenvolvido por um consórcio de empresas europeias, em parceria com a University College London.

Financiado pela União Europeia, o projecto Optag permitirá identificar a circulação de passageiros nas instalações do aeroporto, através da atribuição de um RFID tag no check in.
Assim, a localização dos passageiros estará sob controle, o que permitirá, por exemplo, encontrar crianças desaparecidas, ou passageiros que se encontrem atrasados na hora de embarque.
Além disso, aponta-se também como mais valia o aumento da segurança, uma vez que, através do sistema de localização, monitorizado por câmaras de vigilância, será possível dar conta de passageiros suspeitos, nomeadamente em caso de tentativas de acesso a áreas restritas.

O primeiro teste acontece já no próximo mês, num aeroporto húngaro, afirmou Paul Brennan, engenheiro da University College London, e responsável pelo projecto, em declarações à CNET. Caso o Optag revele resultados positivos, poderá ser implementado em vários aeroportos dentro de dois anos.

A nova tecnologia distingue-se dos dispositivos tradicionais - que tinham um alcance de alguns centímetros - por atingir uma distância que varia entre os 10 e os 20 metros.



VIOLAÇÃO DE PRIVACIDADE


Embora próximo da conclusão, é a aplicação real que vai testar as capacidades do projeto sem que estas infrinjam "a liberdade das pessoas", afirma Paul Brennan.
A questão da privacidade é sempre a que se levanta nestes casos, especialmente quando, no futuro, se coloca a possibilidade de ser integrada informação biométrica sobre os passageiros nestes dispositivos.

Viviane Reding, comissária europeia para a Sociedade de Informação e Midia, realçou que as preocupações dos cidadãos com a sua segurança leva a que as pessoas encarem o RFID como uma tecnologia benéfica, embora a maioria dos indivíduos queira a ver a sua privacidade assegurada.
Neste ponto torna-se necessário tomar decisões que possam conciliar a tecnologia com as necessidades e exigências dos cidadãos. Reding diz querer "ver os benefícios do RFID em termos de qualidade de serviços e de produtividade", salientando que é preciso agir rapidamente "porque a tecnologia RFID já está a ser largamente utilizada [...] havendo benefícios económicos e sociais, particularmente na Europa, onde existe um forte potencial em RFID", que deverão ser aproveitados.

O interesse da União Europeia pelo RFID já levou à implementação de uma consulta pública para a recolha de contributos com vista à definição de políticas de utilização desta tecnologia.




CHIP LOCALIZA ALUNOS DE ESCOLAS JAPONESAS


Para prevenir o perigo nas escolas japonesas e nos arredores das mesmas, os alunos vão poder ser facilmente localizados através de um chip controlado por um rádio.

Embora as escolas japonesas ainda não apresentem graves falhas de segurança, professores, pais e estudantes podem agora sentir-se mais confiantes devido a um chip que ajuda a localizar os alunos.

Depois de uma fase de testes, desde o início do mês de Setembro alguns estabelecimentos de ensino colocaram este processo em andamento. Os alunos trazem consigo um chip com uma minúscula antena que transmite sinais para os receptores da escola. Através de um computador, o sistema mostra quando um aluno entra e sai do estabelecimento.

Segundo os diretores das escolas, uma crescente preocupação com a segurança dos alunos esteve na origem desta idéia. «Mais de 70 por cento dos pais suportaram as experiências, demonstrando um enorme agrado por este tipo de esforços», afirmou Ichiro Ishihara, um professor de uma escola pública da cidade de Iwamura, em Tóquio, acrescentando que os próprios alunos adoram a ideia.

Crimes violentos, como assassinatos e assaltos, continuam a ser relativamente raros no Japão. No entanto, crimes menores e delinquência juvenil tem vindo a crescer a cada dia que passa. Um estudo recente revela que mais de metade do povo japonês acredita que o seu país se tornou inseguro.

De acordo com dados fornecidos pelo professor Ichiro Ishihara, 72 dos seus 334 alunos começaram a usar o chip desde que o mesmo foi aprovado, ou seja, desde o início das aulas.

Recentemente, a Fujitsu, uma das empresas líder no mercado electronico, juntou-se a uma escola privada de Tóquio com o intuito de experimentarem um novo mecanismo - RFID (identificação por frequência de rádio) -, no qual o chip transportado pelos alunos envia mensagens para os telefones celulares dos pais, para assim eles saberem a que horas os seus filhos saem da escola. A escola espera que, no próximo mês de Abril, todos os seus 717 alunos estejam já a usar este sistema.




CIÊNCIA - IDENTIFICAÇÃO BIOMÉTRICA SERÁ UMA REALIDADE DA UNIÃO EUROPÉIA

A identificação através da íris, do reconhecimento facial, por impressões digitais ou ADN é um dos grandes objectivos da União Europeia que reconhece a crescente necessidade do uso das tecnologias biométricas.

Os Governos que, atualmente, fazem parte da União Europeia (UE), consideram necessária a utilização das tecnologias biométricas na sociedade, como meio de identificação e autentificação dos indivíduos. Neste contexto, foi efectuado um estudo para avaliar o impacto desta tecnologia na população e, de acordo com os resultados obtidos, os cientistas acreditam que esta vai ser uma realidade próxima no dia-a-dia dos cidadãos.

Avançar com as tecnologias biométricas é dar forma à ideia de um indivíduo ser identificado através de qualquer característica que o distinga dos demais. Uma das suas mais valias, é a garantia de segurança dos cidadãos e dos países, podendo ser utilizada com três finalidades: verificar se uma pessoa é quem reclama ser, descobrir a identidade de alguém desconhecido e encontrar alguém no meio de várias pessoas.

Os cientistas que participam no melhoramento das tecnologias biométricas prevêem aplicar esta medida, principalmente, no sector médico, nas fronteiras, nos negócios e no dia-a-dia do comum cidadão.

O turismo é outra das áreas onde esta tecnologia deverá ter mais impacto. A sua aplicação em documentos como o passaporte, vistos de permanência e autorizações de residência terá uma forte influência no modo de vida dos cidadãos. Neste campo, a biométrica terá um contributo essencial no aumento de segurança nas fronteiras e, em simultâneo, na simplificação e rapidez de todos os processos alfandegários.

De acordo com o relatório da comissão do Parlamento Europeu para as Liberdades, Justiça e Negócios Estrangeiros, foram aprofundadas quatro tecnologias biométricas: impressão digital, reconhecimento facial, íris e ADN.

A aplicação através do reconhecimento facial permite que o sistema identifique um indivíduo ? distância, o que facilita o trabalho a nível de segurança. No entanto, coloca em causa a privacidade individual e não oferece cem por cento de garantia. O reconhecimento através das impressões digitais é a tecnologia biométrica mais conhecida. Mas, convém salientar que 5 por cento das pessoas não são possíveis de identificar através da impressão digital.

Embora a tecnologia de reconhecimento através da íris tenha demonstrado bons resultados a nível de alta segurança na identificação e verificação, existem alguns especialistas que alertam para a possibilidade de perigos para a retina, devido à necessária utilização dos raios infravermelhos. A identificação por ADN é, sem dúvida, uma técnica de alta precisão. No entanto, para além de não ser possível em tempo real, é muito dispendiosa e necessita de intervenção de pessoal especializado.

Segundo conclusões do relatório, existem algumas considerações que os Governos devem ter em conta, nomeadamente a adaptação da legislação às novas aplicações de segurança, a consciência que estas tecnologias não oferecem cem por cento de segurança e que podem existir falhas nos sistemas. Outra das questões emergentes é a necessidade de se criar um modelo de confiança entre os cidadãos e os Governos no que se refere à privacidade e anonimato.
Acima de tudo, é recomendado aos Governos europeus que assumam uma postura activa na implementação desta tecnologia, essencial à segurança na sociedade do conhecimento em que vivemos.



fonte:https://ciberia.aeiou.pt/


Pergunto eu:

Assim como as profecias estão velozmente se cumprindo...

Não seria urgente - você se converter na mesma velocidade?

Eu responderia com uma afirmativa - SIM!


Att: Marcos Chaves